sexta-feira, 24 de junho de 2011


Chapa 1 vence eleições e Maria Izabel Azevedo Noronha é reeleita presidenta da APEOESP

A Chapa 1 venceu as eleições para a diretoria da APEOESP com 62,36% dos votos válidos e Maria Izabel de Azevedo Noronha, a Bebel, foi reeleita presidenta do sindicato para o triênio 20011-2014. Apesar das fortes chuvas que caíram durante todo o dia da eleição em todo o Estado de São Paulo, foram computados votos de 64.115 professores e professoras, reforçando a importância da APEOESP e de suas instâncias democraticamente constituídas.

Com 36,64% dos votos válidos a Chapa 2 também irá compor a nova diretoria da entidade. A Chapa 1 obteve 34.823 votos e a Chapa 2 um total de 21.016 votos. As chapas 3, 4 e 5, com 4,30%, 2,48% e 2,19%, respectivamente, dos votos computados, não conseguiram atingir o mínimo estatutário de 10%, e, portanto, não irão indicar nomes para compor a nova direção.

A posse da nova diretoria da APEOESP será realizada, em São Paulo, no dia 2 de julho.
V Colóquio Internacional de Políticas e Práticas Curriculares




Que será realizado de 08 a 11 de Novembro de 2011, promoção do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal da Paraíba- Brasil.



Site Email para contatos: aepppc@gmail.com



Fone para contato: 083- 32167479 – GEPPC
www.vcoloquio.com.br

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O PROCESSO DE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DA UNIDADE ESCOLAR


Nos últimos anos o debate sobre o processo de planejamento participativo da unidade escolar ganhou importância entre os teóricos que postulam a descentralização do sistema educacional como um caminho para a democratização da gestão da educação e a conseqüente melhoria da qualidade do ensino.
Entender o significado da escola e suas relações no sistema educacional, bem como com a sociedade, tornou-se uma exigência imprescindível para garantir um planejamento realmente participativo.
A escola é influenciada por forças "externas" e "internas" a seus muros. Enquanto uma unidade social os "elementos que integram a vida escolar são, em parte, transpostos de fora; em parte, redefinidos na passagem, para ajustar-se às condições grupais; em parte, desenvolvidos internamente e devidos a estas condições. Longe de serem um reflexo da vida da comunidade, as escolas têm uma atividade criadora própria, que faz de cada uma delas um grupo diferente dos demais" (Cândido, 1987,p.12-3, grifo do autor).
Nesse sentido a realidade de cada escola deve ser pensada e planejada segundo as suas características específicas, pois, cada "um de nossos países mostra uma forma diferente de expansão de seu sistema público de escola, a qual se liga ao caráter das lutas sociais, a projetos políticos identificáveis, ao tipo de ‘modernização’ que cada Estado propôs para o sistema educacional dentro de precisas conjunturas históricas. As diferenças regionais, as organizações sociais e sindicais, os professores e suas reivindicações, as diferenças étnicas e o peso relativo da Igreja marcam a origem e a vida de cada escola. A partir daí, dessa expressão local, tomam forma internamente as correlações de forças, as formas de relação predominantes, as prioridades administrativas, as condições trabalhistas, as tradições docentes, que constituem a trama real em que se realiza a educação. É uma trama em permanente construção que articula histórias locais – pessoais e coletivas- , diante das quais a vontade estatal abstrata pode ser assumida ou ignorada, mascarada ou recriada, em particular abrindo espaços variáveis a uma maior ou menor possibilidade hegemônica. (Ezpeleta & Rockewell, 1986, p. 11-12).
Apesar da especificidade de sua realidade, a escola possui vínculos institucionais com um determinado sistema escolar, ou seja, sua autonomia deve ser entendida de forma relacional, dentro de um contexto de "interdependências".
Segundo Barroso (1998) a autonomia é um conceito que exprime sempre um certo grau de relatividade: somos mais ou menos autónomos podemos ser autónomos em relação a umas coisas e não ser em relação a outras. A autonomia é, por isso, uma maneira de gerir, orientar, as diversas dependências em que os indivíduos e os grupos se encontram no seu meio biológico ou social, de acordo com as suas próprias leis (p.16).
Pedro GANZELI
Faculdade de Ciências e Letras –UNESP

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

LUTA DOS PROFESSORES PELO FIM DA LEI 1093/2009 (QUARENTENA DOS PROFESSORES CATEGORIA "O"


A suspensão da "quarentena" dos professores categoria "O", se deu mediante a uma série de reivindicações dos professores juntamente com a APEOESP que desde 2009vem lutando para o fim da lei nº1093/2009.
No dia 06 de janeiro desse ano, a diretoria do sindicato dos professores e o secretário da Educação, Herman Voorwald reuniram-se para discutirem acerca do agravamento na escassez de professores caso a lei da quarentena continue sendo aplicada. O secretário refletindo quanto ao fato apresentado, encarregou sua assessoria de analisar soluções urgentes para o tema em questão. Dentre as soluções mais viáveis, a possibilidade de uma convocação extraordinária dos deputados para votarem o projeto de Lei Complementar 46/2010, em tramitação na Assembléia Legislativa, que juntamente com a emenda formulada pelo deputado Roberto Felício, resguardaria os atuais contratos da exclusão. Como projeto só entrou em pauta em dezembro de 2009, e não houve interesse por parte do governo anterior, acabou por não ser votado antes do recesso parlamentar.
É importante ressaltar que, as mobilizações não devem cessar, pois, o necessário para que se evite mais estragos para a categoria, é a revogação da lei 1093/2009 e não somente a suspensão da mesma, haja visto, o ocorrido em maio de 2010 (escolas sem professores contratados),a SEE publicou uma resolução às pressas revogando em caráter emergencial a referida lei, para que fossem cadastrados professores com habilitação ou qualificação para ministrar aulas, inclusive para aqueles que não tinham realizado as provas.
Companheiros, vamos permanecer atentos e centrados quanto aos nossos interesses, para que não sejamos pegos de surpresa novamente com novidades catastróficas que colocam em xeque a qualidade da educação.
Abraços!

CONGRESSO ALAS - ASSOCIAÇÃO LATINO AMERICANA DE SOCIOLOGIA

Este ano ocorrerá, de 06 a 11 de Setembro, em Recife, no campus da Universidade Federal de Pernambuco, o Congresso da ALAS-Associação Latino Americana de Sociologia.



Para maiores informações acesse: http://www.alas2011recife.com/



Datas importantes:

Envio de:
Período

Inscrição on-line de propostas para Grupos de Trabalho
Até 23/02/2011

Inscrição de propostas de mesa redonda (até 5 pessoas, incluindo coordenador)
12/11/2010 a 09/02/2011

Envio de trabalhos completos para autores aprovados
Até 10/08/2011
Boa sorte companheiros!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

NOVO SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO


Novo secretário da Educação de SP, Herman Voorwald é reitor da Unesp desde 2009


Herman Jacobus Cornelis Voorwald, 55, confirmado como novo secretário da Educação de São Paulo pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) no dia (17)de dezembro de 2010. Ele é reitor da Unesp (Universidade Estadual Paulista) desde 2009.

Natural de Rio Claro (SP), é formado em engenharia mecânica pela Unesp em 1979; mestre em engenharia mecânica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), em 1983; e doutor em engenharia mecânica pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), em 1988.

Professor titular do departamento de materiais e tecnologia da faculdade de engenharia de Guaratinguetá (FEG) desde 1996, também fez pós-doutorado pelo Laboratorium Soete Voor Weerstand Van Matterialen, em Lastechniek, Bélgica, em 1989.

Antes de se tornar reitor, Voorwald foi vice-reitor da Unesp de 2005 a 2008 e assessor-chefe da assessoria de Planejamento e Orçamento da Unesp de 2001 a 2003 e de 2005 a 2008. É membro do Conselho Superior da Fapesp.

Desde 1996, é professor titular do departamento de materiais e tecnologia da faculdade de engenharia de Guaratinguetá (FEG). Na mesma faculdade, dá aulas desde 1980. Coordena projetos e pesquisa na área de Fadiga em Materiais.
Vamos torcer para que esse novo secretário tenha bom senso e sensibilidade com a educação paulistana, estamos precisando faz tempo!
Até mais companheiros!!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

ATRIBUIÇÃO 2011 - SE. 77/2010

TEMAS DEFINIDOS NA RESOLUÇÃO DE ATRIBUIÇÃO (SE 77/2010)

1. Para os professores efetivos e OFAs Cat. F, que atingiram a nota mínima, e para os Cat. L, com mais de 90 dias trabalhados na escola, a primeira fase da atribuição será na escola, respeitada a ordem Efetivos (Escola/Diretoria), Cat. F (Escola/Diretoria), Cat. L (Escola/ Diretoria)

2. Após esgotadas as possibilidades para essas categorias, os candidatos a admissão terão atribuição na Diretoria de Ensino.

3. Não será permitida a ampliação de jornada para os efetivos, a não ser com aulas livres da própria disciplina do cargo, na unidade de classificação

4. Não serão atribuídas nas escolas, saldos de aula inferiores a 12 (10+2), quando houver esse saldo na U.E., as aulas serão enviadas para a D.E.

5. Para a composição dos 40 pontos na prova, vale a mesma regra do ano passado. A Res. SE 91/09, aponta que poderá ser utilizado o tempo de serviço para compor a nota final , somando-se a nota da prova, até 8 pontos de tempo de serviço. Dessa forma, os professores (as) que fizeram no mínimo 24 pontos ( PEB I) e 32 pontos (PEB II) e tenham 2.000 dias efetivamente trabalhados, são considerados aprovados. Quanto maior o número de questões certas, menor é o tempo necessário para compor os 40 pontos. Observar que várias questões da prova dos OFAs foram anuladas (ver anexo).

6. Não poderá haver, durante o ano letivo, desistência parcial de aulas, seja na carga horária dos OFAs ou na Carga Suplementar dos Efetivos. Lembramos que para os OFAs, a SEE entende que a desistência do total das aulas significa abrir mão da categoria F.

7. Sempre que houver, durante o ano, prof. Cat. F, que atingiu nota mínima, com carga inferior a 12 aulas (10+2), os professores(as) de outras categorias (L,O,etc) deixarão as aulas para os primeiros, respeitando-se a ordem inversa de classificação.