sábado, 24 de setembro de 2011

ATRIBUIÇÃO PARA PROFESSORES 2012

1- Para docentes já inscritos ou cadastrados para lecionar em 2011- acessar o site www.educacao.sp.gov.br, procurar o ícone da inscrição ou o botão GDAE à esquerda da tela e seguir as instruções para acessar o GDAE/Inscrição- Período de 16/08 a 30/09/2011.



2- Para docentes novos, que não se inscreveram nem se cadastraram para lecionar em 2011- comparecer à DE de opção, no período de 17/08 a 09/09/2011, das 9h às 12h e das 14h às 17h, para proceder à pré-inscrição, portando original e cópia dos seguintes documentos:

· RG (preferencialmente RG e não carteira de habilitação, devido ao dígito);

· CPF;

· comprovante da escolaridade, na seguinte conformidade:

o diploma e histórico escolar para os formados até o ano de 2008;

o certificado de conclusão e histórico escolar para os formados de 2009 em diante;

o declaração de matrícula e freqüência para estudantes, devendo constar o semestre da matrícula e a duração total do curso; estudantes que pretendam se inscrever em disciplinas que não sejam da nomenclatura do curso deverão apresentar histórico escolar parcial (exemplo: Licenciatura em Matemática, cursos 160 horas de Física e pretende inscrição também nessa disciplina- deve apresentar histórico para comprovar que cursou essa disciplina).

quinta-feira, 14 de julho de 2011

PROJETO DE LEI 267/91 - PUNIÇÕES PARA O DESRESPEITO NAS INSTITUIÇÕES ESCOLARES

Projeto de Lei 267/11
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 267/11, da deputada Cida Borghetti (PP-PR), que estabelece punições para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento de instituições de ensino.

Em caso de descumprimento, o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, encaminhamento à autoridade judiciária competente.

A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta como responsabilidade e dever da criança e do adolescente na condição de estudante.

Indisciplina
De acordo com a autora, a indisciplina em sala de aula tornou-se algo rotineiro nas escolas brasileiras e o número de casos de violência contra professores aumenta assustadoramente. Ela diz que, além dos episódios de violência física contra os educadores, há casos de agressões verbais, que, em muitos casos, acabam sem punição.

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
...Vamos torcer para que seja aprovado, pois está muito complicado conviver com a ausência assustadora de desrespeito dos alunos nas escola.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

RESOLUÇÃO SE 44, 7/7/2011 - Dividindo as férias!!

Sexta-feira, 8 de julho de 2011
RESOLUÇÃO SE 44, de 7-7-2011
Dispõe sobre a elaboração do calendário escolar anual das escolas da rede estadual de ensino

O SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO, à vista do que lhe representaram a Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas e o Departamento de Recursos Humanos e considerando:
- as reivindicações de representantes dos profissionais da educação por ocasião de visitas realizadas pelo Secretário aos polos regionais;
- a obrigatoriedade de se assegurar em todas as unidades escolares o cumprimento dos mínimos de dias letivos e horas de aula exigidos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional;
- a necessidade de instrumento que preveja e contemple as atividades necessárias à eficácia e à eficiência da gestão escolar;
- o disposto no Decreto nº 56.052, de 28.7.2010, que dispõe sobre o funcionamento das escolas públicas estaduais nos períodos de recesso escolar;
- a conveniência de se adotar um calendário mais compatível com os dos demais sistemas de ensino;
E - a oportunidade de se oferecer aos funcionários, alunos e pais de alunos condição de melhor planejamento de suas atividades,Resolve:Artigo 1º - a partir do ano letivo de 2012, as escolas estaduais paulistas se organizarão para atender ao que se segue:I – início das aulas regulares no primeiro dia útil de fevereiro;II – encerramento das aulas regulares do 2º bimestre no último dia útil de junho;III – início das aulas regulares do 2º semestre no primeiro dia útil do mês de agosto, e término, quando se completarem os 100 (cem) dias letivos previstos para o semestre.
Parágrafo único – a organização das atividades escolares será feita de forma a não prever a participação de alunos nos meses de janeiro e de julho.Artigo 2º - As escolas estaduais deverão organizar seu calendário de forma a garantir, na implementação da proposta pedagógica, o mínimo de 200 (duzentos) dias de efetivo trabalhoescolar e a carga horária anual de estudos estabelecida para o período diurno e/ou noturno, respeitada a devida correspondência quando adotada a organização semestral.Artigo 3º - Consideram-se como de efetivo trabalho escolar os dias em que, com a presença obrigatória dos alunos e sob orientação dos professores, sejam desenvolvidas atividades regulares de aula e outras programações didático-pedagógicas, que visem à efetiva aprendizagem.
§ 1º - É vedada a realização de eventos ou de atividades não programadas no calendário escolar, em prejuízo de aulas previstas.
§ 2º - Os dias letivos e/ou aulas programadas que deixarem de ocorrer por qualquer motivo deverão ser repostos, conforme a legislação pertinente, podendo ocorrer essa reposição inclusive aos sábados.Artigo 4º - o calendário escolar deverá ser elaborado com a participação de docentes, ratificado pelo Conselho de Escola e encaminhado à Diretoria de Ensino para a devida homologação.
Parágrafo único - Qualquer alteração no calendário escolar homologado, independentemente do motivo que a determinou, deverá ser submetida à apreciação do Supervisor de Ensino da escola e à nova homologação pelo Dirigente Regional de Ensino.Artigo 5º - na elaboração do calendário, a escola deverá observar:
I – férias docentes nos períodos de 1º a 15 de janeiro e de 1º a 15 de julho;
II - atividades de planejamento/replanejamento, avaliação, revisão e consolidação da proposta pedagógica, nos 2 (dois) ou 3(três) últimos dias úteis dos meses de janeiro e de julho;III – período para o processo inicial de atribuição de aulas, de até 7 (sete) dias úteis, antecedendo ao período fixado nos termos do inciso anterior;IV – 1 (um) dia de atividades para reflexão e discussão dos resultados do SARESP;V - reuniões do Conselho de Escola e da Associação de Pais e Mestres;VI - reuniões bimestrais de Conselho de Classe/Série e de pais de alunos; eVII - recesso escolar:a) no período que antecede as atividades de planejamento, em janeiro, logo em seguida ao período de férias docentes;b) de 10 (dez) dias úteis no mês de julho, logo em seguida ao período de férias docentes, ec) em dezembro, logo em seguida ao encerramento do ano letivo.§ 1º - Os dias destinados às atividades relacionadas nos inciso II, IV e VI deste artigo são considerados como de efetivo trabalho escolar.§ 2º - As datas das atividades previstas nos incisos II, III e IV deste artigo serão definidas em Portarias a serem expedidas pelos órgãos centrais da Pasta.Artigo 6º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário.

sexta-feira, 24 de junho de 2011


Violência nas escolas como resultado dos problemas de inadaptação social


A violência na escola

Os meios de comunicação audiovisual, não raras vezes retratam acontecimentos violentos protagonizados pelos alunos nas escolas. De facto, "inverteram-se os papéis; os métodos violentos de alguns professores eram tradicionalmente mais frequentes no mundo escolar: castigo físico, humilhações verbais…" (Fermoso: 1998:85). Actualmente, os professores não podem exercer qualquer tipo de castigo aos alunos sob pena de sofrerem sanções disciplinares, mas e os alunos? Que perfil apresentam os adolescentes que se envolvem em actos de violência nas escolas portuguesas?

Um estudo realizado em 2001 por Margarida Matos e Susana Carvalhosa baseado em inquéritos a 6903 alunos de escolas escolhidas aleatoriamente, com as idades médias de 11, 13 e 16 anos, analisaram a violência na escola entre vítimas, provocadores (incitação na forma de insulto ou gozo de um aluno mais velho e mais forte do que o outro) e outros (similarmente vítimas e provocadores) demonstram os seguintes dados bastante curiosos:


◦Mais de metade dos alunos inqueridos são do sexo feminino (53.0%);


◦25.7% dos jovens afirmaram terem estado envolvidos em comportamentos de violência, tanto como vitimas, provocadores ou duplamente envolvidos;


◦As vítimas de violência são maioritariamente masculinas (58.0%);


◦Os inqueridos que se envolveram em comportamentos de violência em todas as suas formas situavam-se nos 13 anos de idade;


◦Os jovens provocadores de violência são aqueles que têm hábitos de consumo de tabaco, álcool e mesmo de embriaguez. Também são os que experimentaram e consumiram drogas no mês anterior à realização do inquérito;


◦Quanto às lutas, nos últimos meses anteriores ao inquérito, 19.08% dos jovens envolveram-se em comportamentos violentos;


◦Os vitimados pela violência, são os que andam com armas (navalha ou pistola) com o intuito da sua própria defesa;


◦Os adolescentes que vêem televisão quatro horas ou mais por dia são os que estão mais frequentemente envolvidos em actos de violência;


◦As vítimas e os agentes de violência não gostam de ir à escola, acham aborrecido ter que a frequentar e não se sentem seguros no espaço escolar;


◦Para os actores de violência a comunicação com as figuras parentais é difícil;


◦16.05% das vítimas vive em famílias monoparentais e 10.9% dos provocadores vive com famílias reconstruídas;


◦Quanto aos professores, os alunos sujeitos e alvos de violência consideram que estes não os encorajam a expressar os seus pontos de vista, não os tratam com justiça, não os ajudam quando eles precisam e não se interessam por eles enquanto pessoas;


◦Em relação ao relacionamento entre grupo de pares, estes adolescentes referem a pouca simpatia e préstimo e não-aceitação por parte dos colegas de turma, a dificuldade em obter novas amizades, ausência quase total de amigos íntimos.

Este estudo vem reforçar a relevância dos contextos sociais dos jovens, aparecendo bem focados como factores desencadeadores de comportamentos violentos a desagregação familiar, a pouca ou inexistente atracção pela escola, o grupo de amigos aliados à posse de armas, consumo de estupefacientes, álcool e tabaco e visionamento excessivo de televisão.

Os comportamentos violentos na escola têm uma intencionalidade lesiva. Podem ser exógenos, ou seja, determinados de fora para dentro, como acontece nos bairros degradados invadidos pela miséria e pela toxicodependência, onde agentes estranhos ao meio o invadem e destroem; pode tratar-se de violência contra a escola, em que alunos problema assumem um verdadeiro desafio à ordem e à hierarquia escolares, destruindo material e impondo um clima de desrespeito permanente; ou são simplesmente comportamentos violentos na escola, que ocorrem sobretudo quando esta não organiza ambientes suficientemente tranquilos para a construção de valores característicos a este local. A violência pode ser desencadeada fruto de muitas situações de indisciplina que não foram resolvidas e que constituem a origem de um comportamento mais agressivo.

Para combater a violência, a escola tem de analisar a forma como é exercido o seu controlo, tem que se organizar pedagogicamente, para conseguir deter a violência não só interior mas também exterior.
Sónia Carla Aroso Azevedo

sonia_azevedo[arroba]sapo.pt

Universidade de Granada

Universidade Portucalense

Granada/OPorto 2004. Portugal
ENTENDA OS PRINCIPAIS ÍNDICES DE AVALIAÇÕES NA EDUCAÇÃO

Saeb. O Sistema de Avaliação da Educação Básica avalia, por amostragem, o 5º e 9º ano do ensino fundamental e o 3º ano do médio. A prova de português e matemática é aplicada a cada dois anos nos sistemas público e particular.

Prova Brasil. É complementar ao Saeb. Avalia de forma universal o aprendizado de português e matemática no ensino fundamental - 5º e 9º anos - de escolas públicas.

Ideb. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica é uma avaliação feita a cada dois anos que mede a qualidade da escola e da rede de ensino, por meio do desempenho do fluxo escolar (porcentual de aprovação) e médias de desempenho na Prova Brasil.

Saresp. O Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo é composto de prova de Matemática, Português, Ciências, Redação, Geografia e História aplicada a alunos dos 3º, 5º, 7º e 9º anos do ensino fundamental e da 3ª série do ensino médio. Avalia a assimilação dos alunos e a qualidade do ensino nas escolas públicas do Estado de São Paulo.

Chapa 1 vence eleições e Maria Izabel Azevedo Noronha é reeleita presidenta da APEOESP

A Chapa 1 venceu as eleições para a diretoria da APEOESP com 62,36% dos votos válidos e Maria Izabel de Azevedo Noronha, a Bebel, foi reeleita presidenta do sindicato para o triênio 20011-2014. Apesar das fortes chuvas que caíram durante todo o dia da eleição em todo o Estado de São Paulo, foram computados votos de 64.115 professores e professoras, reforçando a importância da APEOESP e de suas instâncias democraticamente constituídas.

Com 36,64% dos votos válidos a Chapa 2 também irá compor a nova diretoria da entidade. A Chapa 1 obteve 34.823 votos e a Chapa 2 um total de 21.016 votos. As chapas 3, 4 e 5, com 4,30%, 2,48% e 2,19%, respectivamente, dos votos computados, não conseguiram atingir o mínimo estatutário de 10%, e, portanto, não irão indicar nomes para compor a nova direção.

A posse da nova diretoria da APEOESP será realizada, em São Paulo, no dia 2 de julho.
V Colóquio Internacional de Políticas e Práticas Curriculares




Que será realizado de 08 a 11 de Novembro de 2011, promoção do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal da Paraíba- Brasil.



Site Email para contatos: aepppc@gmail.com



Fone para contato: 083- 32167479 – GEPPC
www.vcoloquio.com.br